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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Top mais # 3

Esse vai ser um Top mais delicado, romântico, singelo, medroso e por aí vai, só que tudo em excesso, e é isso que faz a diferença. Hoje vamos falar das mocinhas mais bobinhas da literatura.

Sabe aquelas personagens que parecem até meio tapadas, que as coisas acontecem e ela não se tocam ou que estão sempre com medo ou deprimidas por causa de um cara? Aquelas que todo mundo já sacou que o cara é um vilão ou que está irritada de como ela está fazendo papel de boba e você fica se contorcendo lendo o livro porque ela ainda não percebeu nada disso? Pois então, é delas mesmas que vamos falar hoje. Então preparem o lenço, porque elas podem te fazer chorar. E te estressar um pouquinho também. Mas, quem sabe, podem até te fazer rir tamanho os micos pagos por elas.


10º ???



9º Mia Thermopolis - Foi uma personagem que cresceu bastante durante a série, mas que começou muito lerdinha. Nossa, chegava a me deixar envergonhada as situações que ela passava. Mia não foi do tipo que estressa não, mas ela demorava muito a perceber as coisas e se deixava levar com muita facilidade. Apesar de um pouco lenta em alguns momentos, ela era muito engraçada rssrrs.






8º Nora Grey - Acho que o maior problema de Nora é aceitar fazer sempre tudo que Patch quer, mesmo que ela ache meio estranho ou que não deveria. É o tipo de personagem que tenta ter personalidade até estar perto do homem amado, aí acaba tudo. Ao mesmo tempo que tenta fazer parecer que faz só o que quer.






7º Lissa Dragomir - Gente eu amo Vampire Academy, mas vocês tem que concordar que Lissa é muito tapada, e mais é o tipo de clássico de menina indefesa (o tempo todo). Ok, eu sei que nos últimos livros ela melhora, mas a caminhada foi longa até esse ponto né. Vira e mexe ela está deprimida e Rose tem que esquecer às vezes sua própria tristeza pra consolar Lissa. Ah, por favor, às vezes irrita.





6º Jane Bennet - Esse é o tipo de personagem que dá vontade de chorar: se minimiza por causa dos outros, esconde de todos seus sentimentos, mas o mais importante é que se deixa humilhar por outros sem reagir. Jane chegava a ser sem sal em alguns momentos, principalmente com o contraste com sua irmã que era muito altiva. Miss Bennet era do tipo capaz de deixar que os outros decidissem sua vida sem que ela tomasse partido.





5º Ever Bloom - Essa garota é muito lenta, minha nossa, ela se deixa enganar e ludibriar com uma facilidade. É envolvida nas tramas dos outros e acredita em tudo sempre, claro ela tem um momentos de sagacidade, mas são bem raros. Em alguns momentos é bem irritante a lerdeza dela, te deixa pensando : ' Que isso, toma uma atitude. Como você não percebeu isso antes?' e por aí vai.





Becky Bloom - Essa é uma personagem que tem um traço muito infantil e ingênuo. Ela não é daquelas que te deixam nervosa e até com raiva, porque na verdade você acaba se divertindo com as suas trapalhadas. Mas ela às vezes tem umas atitudes que te faz perguntar onde é que ela estava com a cabeça para fazer algo assim. Porque é tantos micos que ela paga, tantos situações vergonhosas que ela passa, principalmente quando se trata do carinha, que nesse caso se chama Luke.




3º Carrie Bradshaw - Não sei vocês, mas eu que conhecia a Carrie adulta imaginava uma adolescente enrolada sim, mas não uma pessoa sem um pingo de amor próprio. Carrie se deixa humilhar por um cara que estava mais que óbvio que não gostava dela e mais que a traía com outras. Ela cede a todos os caprichos dele e ainda acha que qualquer desentendimento é culpa dela. Cheguei a sentir muita pena dela, porque se enganar com um homem é normal, mas se fingir de cega e ceder a tudo é burrice. Tinha momentos que eu tinha vontade de bater nela de tão tola que ela foi.



2° Bridgette Jones - Menos engraçada que as anteriores, mas não menos atrapalhada, Bridgette vive envorgonhada por causa de seus atos. Ela fala cada bobagem e apronta cada uma que te deixa se contorcendo, irritada de como ela consegue fazer aquilo. Como ela pode se deixar humilhar por alguém daquele jeito ou como pode se expor de outro? Ela parece que atrai confusão...é engraçada, mas também um pouco irritante.




1° Isabella Swan - Que me desculpe alguns, mas Bella é a rainha desse estilo de personagem. Também gosto da série, mas não posso deixar de perceber que ela às vezes é um tanto estressante. Não dá pra aceitar os momentos de zumbi que ela viveu quando Edward a largou, nada explica você rejeitar sua própria vida. Sem contar as furadas que ela se metia e acaba levando todo mundo junto e os momentos em que as coisas estavam claras para todo mundo menos para ela. Bella consegue ser meio irritante as vezes e melodramática demais.



Vocês repararam que a décima posição está vazia né?! Pois é, são tantos personagens que fiquei na dúvida qual por na última posição, por isso quero perguntar a vocês: Quem vocês acham que deveria ocupá-la? Dê idéias...

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Excerpt # 2

Sophie Kinsella divulgou o primeiro capítulo de seu novo livro, Mini Shopaholic. Eu traduzi o texto e vou postar aqui, confiram...

Cap. 01

OK. Sem pânico. Eu sou a responsável. Eu, Rebecca Brandon (nascida Bloomwood), sou uma adulta. Não minha filha de dois anos.

Só que eu não tenho certeza se ela percebe isso.

'Minnie, querida, dê-me o pônei.' Eu tento soar calma e segura, como Nany Shue na TV.

'Pôneiiiii'. Minnie aperta mais forte o pônei de brinquedo.

'Sem pônei'

'Meu', ela grita histericamente, 'meuuu pôneiii!'

Aargh. Eu estou segurando aproximadamente um milhão de sacolas, minha cara está suando, e eu realmente podia passar sem essa.

Estava indo tudo tão bem. Eu estava andando em todo o shopping e comprando todos as últimas coisas da minha lista de Natal. Minnie e eu estamos nos dirigindo para Santa's Grotto, e eu parei por um momento para olhar uma casa de bonecas. Até que Minnie agarrou um pônei de brinquedo do mostruário e se recusou a pôr de volta. E agora eu estou no meio de uma cena.

Uma mãe em um jeans J Brand com uma filha em um impecável vestido passou, dando-me um Mummy Once-over¹, e balançou a cabeça. Desde que eu tive Minnie eu tenho aprendido que o Mummy Once-over é ainda mais selvagem que o Manhattan Once-over¹. No Mummy Once-over, elas não só avaliam e desqualificam o valor de suas roupas em um olhar arrebatador. Oh no. Elas também olham a roupa dos seus filhos, o saco de fraldas, a escolha de petiscos e se seu filho está sorrindo, resmungando ou gritando.

sábado, 7 de agosto de 2010

Filmes # 2


Os delírios de consumo de Becky Bloom




Esse filme não tem nada a ver com o livro que serviu de base, aliás tirando o nome dos personagens e o fato de Rebecca ser uma compradora compulsiva você pode esperar uma história nova. Ele me trouxe a mesma sensação que tive quando assisti o filme O diário da Princesa depois de ler o livro, mas pelo menos nenhum personagem é morto rsrs.

Bem, se você não conhece a história de Rebecca Bloom, dá uma lida na resenha que fiz do primeiro livro aqui, e do segundo aqui.

Para falar sobre as críticas ao filme vou precisar contar trechos do mesmo, então se você não viu saiba que vai ter Spoiler agora. Bom, primeiro o filme foi uma mistura do primeiro com o segundo livro da série acrescentado de várias idéias bizarras que não tem semelhança alguma com a história escrita por Sophie Kinsella.

Logo no início existe pontos importantes: Becky morando em Nova Iorque, como assim??? Essa idéia só aparece no meio do segundo livro; e desde quando ela trabalha em uma revista sobre jardinagem, pois eu nunca li nada sobre isso nos livros, e mais a revista vai a falência e ela perde o emprego!!!

Segundo, Luke como editor de revista financeira, sério?!!! E quase namorando a Alicia, que por sinal trabalha em uma revista de moda?? Isso são coisas que nunca aconteceram em nenhum dos livros. Ah, e ainda tem mais, a Suze casa. Ainda tiveram muitas cenas como as das liquidações, da venda das roupas que são todas do 2º livro.

Eu sinceramente não gostei muito filme, as mudanças são gigantes e acho que desvirtuaram a idéia da autora. Por sinal, eu considero o livro muito mais engraçado que o filme. É claro que tem seus pontos positivos, como por exemplo a idéia dos manequins se comunicarem com ela, mas não passou muito daí.

Não sei se todos concordam comigo, mas acredito que quando se propõe fazer um filme baseando-se em livros tem que se respeitar a idéia do autor, tentar fazer o mais próximo possível, afinal você está lidando com um público que conhece a história e gosta dela daquela maneira. Apesar de não gostar quando há mudanças, essas ainda são melhores do que basicamente construir uma nova história como foi feito com Os Delírios de Consumo de Becky Bloom.
Agora só um pequeno comentário: as roupas e bolsas da personagem são muito lindas! Confira alguns looks logo abaixo...





quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Becky Bloom: Delírios de consumo na 5ª avenida

A vida de Becky parece ter se transformado num sonho. Ela trabalha como consultora financeira em um programa de televisão, o gerente de seu banco é um doce e quando o assunto é consumo, seu novo lema é Compre só o que precisar - e por incrível que pareça, Becky parece ser fiel a ele. Mas, como toda regra tem sua exceção, ela continua não resistindo a uma liquidação. Até que, um dia, seu namorado Luke - isso mesmo, o ricaço boa-pinta que a inglesinha conquistou no primeiro livro da série - está de mudança para Nova York e convidou-a para ir com ele. Nova York: o Museu de Arte Moderna, o Guggenheim, o Ópera House. Becky quer sim conhecer a vida cultural da Big Apple mas... Nova York é a meca do consumo e nossa heroína não poderia deixar de conhecer alguns lugarzinhos, leia-se lojas, irresistíveis da cidade, como Sacks, Bloomingdales, Sephora e Barney´s. Lógico que, mais uma vez, ela enlouquece.

Parece que a vida de Becky finalmente entrou nos eixos, tudo está do jeitinho que ela queria: tem um emprego que paga muito bem, pagou todas as dívidas com o banco, os cartões, tem um namorado lindo que ela ama, foi convidada a escrever um livro. Afinal o que mais ela poderia querer?? Mas qual seria a graça se tudo continuasse assim?

Becky estava tentando controlar seu dinheiro, comprar só o que fosse realmente necessário e quem a ajudava a controlar seus gastos era a amiga e colega de quarto Suze. Mas é claro que nenhuma das duas sabe o que é mesmo necessário e as dívidas de Becky começam a reaparecer e junto as mentirinhas para o gerente do banco e para as pessoas a sua volta. Pra piorar Derek Smeath, o gerente do banco de Fulham que está sempre tentando ajudá-la, resolve se aposentar e quem assume seu lugar é um cara bem mal encarado e nada disposto a aceitar os argumentos de Rebecca.

O livro vai de mal a pior. Ela não conseguiu escrever nenhuma linha do manuscrito e está sendo cobrada por isso pois já recebeu um adiantamento, mas é claro ela já sabe a roupa que vai usar pra foto da capa kkk

Só pra deixar um pouquinho pior as coisas, ninguém da família acredita que ela namore Luke Brandon, afinal ele nunca aparece, sempre muito ocupado com os negócios. O clima piora quando o ex-vizinho dela, Tom Webster (aquele que a família dele achava que Becky amava, lembra???), resolve se casar e convida os dois para a festa, só que Luke não aparece, ou melhor até aparece mas no final. Até ele chegar ela fica inventando que ele está lá pra todo mundo, pois todos acreditam que ela é apaixonada por Tom e que está morrendo de ciúmes. Imagina o que acontece com ela durante a festa...muito vexame!!!

Até mesmo um final de semana a dois que eles tinham combinado acaba em problema, pois ele resolve trabalhar e ela tem problemas com a bagagem que resolveu mandar por correio pro hotel. Acreditem, é sério!!! E mais, ela conseguiu tirar do sério até uma freira, tem noção, ela é expulsa de um visita a um convento hahaha.

No meio dessa história Luke a convida a morar em Nova Iorque, pois ele vai pra lá montar uma nova empresa. Imagine Becky solta na cidade das compras...sério ela gasta horrores, todo dia tem liquidação, é o paraíso. Ah, e o engraçado, ela não sabia o que era ponta de estoque!! Quase não acreditei nisso kkkk. Londres é algum outro planeta? Como lá não tem isso? Por fim, os dois quase não se vêem, ele por causa dos negócios, e ela por causa das compras, pois nem se preocupa de conhecer os pontos turísticos de lá. Cultura, pra quê se tem Sacks, Bloomingdales, Sephora e Barney´s?

E como a lei de Murphy diz que tudo pode piorar...o tablóide Daily World publica uma matéria enorme sobre os problemas financeiros de Rebecca Bloom, afinal ela é uma consultora financeira. Isso estraga a viagem a Nova Iorque, o relacionamento com Luke, o emprego na televisão, as entrevistas para emprego nos EUA, até mesmo a idéia do livro. Tudo acaba! Ela volta pra Londres completamente falida, sem emprego e sem saber o que fazer. Nossa ela fica arrasada...

E é essa situação que faz com que tudo mude na vida de Becky, mas que é claro que não vou contar senão qual é a graça né!!! O livro é muito engraçado, mas tem umas pontadas de tristeza também quando o relacionamento dela com Luke acaba. Achei que esse tem um estilo mais sério, uma versão menos infantil dela, mas não chega a ser adulta ainda, não até o final.

"Olho em volta o salão luminoso, ruidoso, as mulheres se juntando aqui e ali,
pegando a mercadoria, experimentando echarpes, enchendo os braços com
coisas novas e brilhantes. E sinto um calor súbito: uma realização avassaladora.
Este é o meu povo. É a este lugar que eu pertenço. Encontrei minha pátria."


Autora: Sophie Kinsella
Editora: Record



segunda-feira, 26 de julho de 2010

O correio chegou # 4

Gente olha os livrinhos lindos que chegaram essa semana pra mim! São quatro, bom demais. Agora estou cheia de livro novo pra ler e postar resenha aqui depois claro :)

Esses dois primeiros eu ganhei do meu namorado... tadinho, vou levá-lo a falência rsrs.



Prazeres malditos - Laurell K. Hamilton


Becky Bloom, Delírios de consumo na 5ª avenida - Sophie Kinsella



Esse aqui eu comprei. É de um autor brasileiro e estava tão baratinho que tive como comprar


Os sete - André Vianco


Agora momento muito feliz: eu ganhei um sorteio eeee.... foi no blog Um Livro Secreto - muito obrigada mesmo, adorei! É de uma autora brasileira e veio autografado (meu primeiro livrinho autografado, que legal!)


2012, Uma aventura no fim do mundo - Vanessa Bosso


sexta-feira, 9 de julho de 2010

Os delírios de consumo de Becky Bloom

"Rebecca sou eu. São minhas irmãs. São todas as minhas amigas que já saíram para comprar um chocolate e voltaram para casa com um par de botas. Rebecca é todas as mulheres (e homens) que já se viram parados diante de uma vitrine e souberam, com certeza absoluta, que precisavam comprar aquele casaco e... ai, meu Deus, calças que combinassem com ele!" - Sophie Kinsella

Os Delírios de Consumo de Becky Bloom é o primeiro romance da inglesa Sophie Kinsella. É a história de uma jornalista financeira que durante o dia, ensina às pessoas como administrar seu dinheiro e no fim-de-semana, transforma-se em uma consumidora compulsiva, fugindo do gerente do seu banco e com muitas dívidas. Rebecca Bloom não resiste uma liquidação! Quanto mais inútil, melhor! Para ela, o mundo todo enxerga os detalhes da alça de seu sutiã, combinando com as cores de seus sapatos. Mas seu salário nunca é suficiente para pagar suas extravagâncias. Endividada até a alma, Rebecca, ou Becky, vive fugindo do seu gerente de banco e procurando fórmulas mirabolantes para pagar a fatura do cartão de crédito. Os Delírios de Consumo de Becky Bloom é um pouco da história de todas as pessoas para as quais comprar é quase uma terapia, a resposta para todos os problemas, mesmo criando outros piores ainda. Entre eles, inventar a próxima desculpa para o gerente do banco: - "Meu pé quebrou! Você não recebeu meu cheque? Meu cachorro morreu!", são alguns dos argumentos usados por Becky para enrolar seu gerente Derek Smeath. Mas a personagem de Sophie Kinsella não é apenas uma ´´material girl´´ que só pensa em dinheiro e futilidades. Rebecca é sensível, carinhosa e extremamente otimista. Com essas qualidades, ela vai fazer de tudo para resolver seu problema. Primeiro, tenta reduzir seus gastos a zero, o que logicamente, não funciona. Diante disso, ela resolve que precisa ganhar mais dinheiro, mesmo sabendo que seu emprego está ameaçado. Nos delírios de consumo de Becky, todos os seus problemas se resolveriam de imediato ao ganhar na loteria, ou se um completo estranho pagasse sua conta do Visa - por engano, claro. Como se não bastasse, em meio a tanta confusão, Becky ainda arruma tempo para se apaixonar pelo sedutor - e expert em finanças - Luke Brandon. Os Delírios de Consumo de Becky Bloom é um divertido romance, que retrata com perfeição grande parte das mulheres que conhecemos.

Esse livro é incrível. Achei a história leve e divertida, onde a personagem Rebecca entra em cada confusão por causa de seu descontrole com compras que é hilário. Sabe aquele tipo de livro, que mesmo com muitas páginas, você lê em pouquissímo tempo, bom esse é um deles.

Rebecca Bloom é uma jornalista econômica, que não entende nada de finanças (suas matérias são todas copiadas dos releases das empresas) e que tem problemas de dívidas com o banco, o cartão de crédito e por aí vai. Pra se livrar das cobranças ela inventa cada história mais birabolante que a outra - por exemplo dizer que está com febre ganglionar (isso lá existe???) - não atende telefonemas, joga fora cartas de cobrança. E o legal é que para esquecer seus problemas ela faz COMPRAS. Becky é o tipo de pessoa que não pode ver uma liquidação em uma loja de marca, afinal cartão de crédito é pra isso rsrs. E depois é só dizer pro gerente do banco que o cachorro morreu, ou que quebrou o pé ou até mesmo que tem dinheiro pra receber de herança.

Durante o livro ela se apaixona por Luke Brandon (um grande empresário e que entende tudo de finanças), mas as coisas não são fáceis. Eles passam por muita coisa, até mesmo brigas em rede nacional, antes de admitirem que gostam um do outro.

Para se livrar de seus problemas financeiros, Becky tenta de tudo: corte de gastos (ah tá), ganhar dinheiro com trabalho manual, se casar com um milionário, mas nada adianta.

O fato é que, não dá pra falar mais sobre o livro se não vou me empolgar e acabar fazendo um monte de spoilers aqui. Mas ele é recomendadíssimo por mim. Tem romance, comédia (muita comédia). Ah, e quem se interessar, esse livro virou filme.

Autora: Sophie Kinsella
Editora: Record