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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

O símbolo perdido

Depois de sobreviver a uma explosão no Vaticano e a uma caçada humana em Paris, Robert Langdon está de volta com seus profundos conhecimentos de simbologia e sua brilhante habilidade para solucionar problemas. Em O Símbolo Perdido, o célebre professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon - eminente maçom e filantropo - a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar, descobre que caiu numa armadilha. Não existe nenhuma palestra, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo. Mal´akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse e, está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo. Sendo essa a única chance de salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana: o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian.

Mais uma aventura celebre de Robert Langdon e mais um bestseller de Dan Brown: O símbolo perdido. Este livro narra mais um dia fora do comum na vida do professor de história da arte de Harvard, só que há uma diferença no foco da história, que não é os mitos, as verdades ou a história da Igreja Católica e alguns que se envolvam com ela, não dessa vez o foco são os maçons.

Se engana quem possa pensar que o autor faz críticas a sociedade, pelo contrário, ele mostra como o PRÉ- conceito e a falta de conhecimento pode fazer com que nós tenhamos idéias absurdas sobre todo tipo de assunto.

Ele usa quase um capítulo inteiro para demonstrar isso e a parte que melhor a representa é a que vou descrever aqui. Então se você não leu o livro, pule um trecho porque vai ter SPOILER:
" Langdon se encontrava em uma sala de aula falando para os alunos sobre sociedades secretas e seus rituais.
- Que pena. Se isso é maluco demais pra vocês, então sei que nunca vão querer entrar para a minha seita.
Um silêncio recaiu sobre a sala.
- O senhor faz parte de uma seita?
Langdon assentiu com a cabeça e baixou a voz até um sussurro.
- Não contem pra ninguém, mas, no dia em que o deus-sol Rá é venerado pelos pagãos, eu me ajoelho aos pés de um antigo instrumento de tortura e consumo símbolos ritualísticos de sangue e carne.
A turma toda fez uma cara horrorizada.
- E, se algum de você quiser se juntar a mim, vá a capela de Harvard no domingo, ajoelhe-se diante da cruz e façam a santa comunhão."
FIM DO SPOILER

O livro começa quando Langdon é convocado a Washington pelo grande amigo e mentor Peter Solomon. Só quando chega ao Capitólio é que descobre que não havia sido Solomon que o chamara lá e que, pelo contrário, ele corria risco de vida. O sequestrador exigia que o professor descobrisse onde estava o segredo maçônico (um antigo portal) escondido na capital e para forçá-lo a tal ameaçava a vida de Peter.

Enquanto isso Mal´akh, o sequestrador, engana Katherine, a irmão de Peter. Os irmãos trabalhavam em um laboratório escondido dentro do CAMS (Centro de Apoio dos Museus Smithsonian), onde Katherine fazia uma pesquisa revolucionária que poderia modificar a forma dos humanos verem o mundo e a si mesmos. Mal'akh queria entrar lá e destruir a pesquisa, e para isso se fez passar por médico de Peter para que pudesse encontrar com a irmã dele. Ah e se um detalhe, o laboratório ficava dentro de um galpão completamente escuro e sem energia elétrica, e como disse Peter a distância entre a entrada do galpão e o início do laboratório é maior que um campo de futebol. Sério eu não entraria lá....

Se a coisa já era difícil, ainda piora mais um pouquinho. A CIA é envolvida no caso, só que a chefe do departamento, a agente Sato, não estava nem um pouco a fim de contar para Langdon o que sabia e nem o porque estava no caso, mas queria que o professor lhe contasse tudo, lhe mostrasse tudo o que conhecia do Capitólio sob o risco de ser preso e nunca mais ver o amigo.

À partir daí começa uma busca interminável por Solomon, desvendando segredos maçônicos dentro da capital americana, aprendendo como a humanidade evolui pouco nos últimos séculos, afinal tudo o que se conhece hoje sobre o planeta e o universo já sabia há centenas de anos atrás, só que foi esquecido. O livro mostra como temos mais poderes do que imaginamos e como coisas que damos como verdades absolutas nem sempre são assim tão verdadeiras.

Dan Brown narra rituais maçônicos, explica seus símbolos e como eles aparecem em número grande dentro da capital americana, conta sobre passagens secretas e para que eram utilizadas. Ah, e tem um mapinha do Capitólio bem legal desenhado no livro.

Bem, não vou me aprofundar no enredo, porque vou acabar fazendo um monte de spoiler, mas eu super recomendo esse livro. Cada vez que leio uma história de Dan Brown eu fico mais encantada e fascinada pela história, pelo simbolismo presente no mundo. É impressionante como tomamos por verdade absoluta coisas que se procurarmos a fundo vemos que são bem diferentes do que achávamos, e de certa forma, os livros desse autor ajudam a aumentar o interesse por tudo isso e a conhecer um pouco mais sociedades como a maçonaria.

Por fim, como diz Langdon: Mantenham a mente aberta...

Autor: Dan Brown
Editora: Sextante





sábado, 31 de julho de 2010

O código DaVinci

Que mistério se esconde por trás do sorriso de Mona Lisa? Durante séculos, a igreja conseguiu manter a verdade oculta... até agora. Antes de morrer assassinado, Jacques Saunière, o último grande mestre de uma sociedade secreta que remonta ao tempo da fundação dos Templários, transmite a sua neta Sofia uma chave misteriosa. Saunière e seus antecessores, entre os quais se encontravam homens como Isaac Newton e Leonardo da Vinci, conservaram durante séculos um conhecimento que pôde mudar completamente a história da humanidade. Agora Sofia, com a ajuda do expert em simbologia Robert Langdon, parte em busca deste segredo, em uma carreira trepidante que os levam de uma chave a outra, decifrando mensagens ocultas nos mais famosos quadros do genial pintor e nas paredes das antigas catedrais. Um quebra-cabeças que poderá ser solucionado, já que não estão sozinhos no jogo: uma poderosa e influente organização católica está disposta a utilizar todos os meios para evitar que o segredo seja divulgado. Um apaixonante jogo de chaves escondidas, revelações surpreendentes, enigmas complicados, verdades, mentiras, realidades históricas, mitos, símbolos, ritos, mistérios e suposições em uma trama cheia de reviravoltas inesperadas narrada com um ritmo incessante que conduz o leitor ao segredo mais cuidadosamente guardado desde o inicio da nossa era.

O código DaVinci é o segundo livro de Dan Brown protagonizado pelo personagem Robert Langdon, professor de história da arte e grande simbologista. Esse livro virou um sucesso mundial.

Langdon é convocado pela polícia francesa a ir até o Museu do Louvre, onde encontra o corpo nu de Jacques Saunière, deitado no chão e envolto em um círculo feito com sangue. O professor acredita que foi até lá para ajudar a identificar a mensagem deixada por Saunière, contudo a agente da força policial e neta de Jacques conta a Langdon que ele está sendo acusado do crime, mas que ela não acredita nisso por causa da mensagem que o avô a deixou.

Ela o ajuda a escapar do museu e à partir daí começa uma busca dos dois pela verdade enquanto a polícia francesa tenta capturá-los. Eles precisam entender o que Saunière tinha a revelar, pois em seus últimos momentos de vida ele deixou pistas para a neta e Langdon dentro do Louvre, mas especificamente nas obras de Leonardo DaVinci.

O livro fala do significado de alguns símbolos, sobre a história do Priorado de Sião e no que eles acreditam e como diferem das crenças da Igreja Católica. Conta que grandes nomes das ciências, das artes foram membros do Priorado e que eles deixaram em suas obras marcas do que eles acreditavam. Tem muito simbolismo nas obras de DaVinci, fiquei espantada quando li, e incrivelmente faz muito sentido tudo....

Langdon e Sophie tem que desvendar os segredos, ir atrás das pistas que Saunière deixou, atravessando o continente para isso, e ainda fugir da polícia e de perseguidores (uma antiga organização da Igreja, o Opus Dei) que querem destruir o segredo de Jacques antes que o mundo saiba da verdade. Essa que pode acabar com a credibilidade da Igreja Católica.

Posso dizer que trem muita ação, mistério, segredos....uma caça ao tesouro muito boa de ler!

Autor: Dan Brown
Editora: Sextante

terça-feira, 27 de julho de 2010

Anjos e Demônios

Uma ameaça que pode destruir toda a Cidade do Vaticano. Às vésperas do conclave que vai eleger o novo Papa, Robert Langdon é chamado às pressas por Maximilian Kohler para analisar um misterioso símbolo marcado a fogo no peito de um físico assassinado no CERN, um grande centro de pesquisas na Suiça.

Ele descobre indícios de algo inimaginável: a assinatura marcada no corpo da vítima – um ambigrama, palavra que pode ser lida tanto de cabeça para cima quanto de cabeça para baixo – é dos Illuminati, uma poderosa fraternidade considerada extinta há 400 anos.

De posse de uma nova arma devastadora, roubada do centro de pesquisas, ela ameaça explodir a Cidade do Vaticano e matar os quatro cardeais mais cotados para a sucessão papal. Correndo contra o tempo, Langdon vai para Roma junto com Vittoria Vetra, filha do físico assassinado, para avisar o carmelengo Carlo Ventresca. Nessa caçada frenética por criptas, igrejas e catedrais, os dois desvendam enigmas e seguem uma trilha que pode levar ao covil dos Illuminati – um refúgio secreto onde está a única esperança de salvação da Igreja nesta guerra entre ciência e religião.


Desde que li esse livro me apaixonei pelo estilo de Dan Brown. É em Anjos e Demônios que o personagem Rober Langdon aparece pela primeira vez, não em Código DaVinci como muitos pensam.


A história trata de tecnologia avançadíssima - a antimatéria - criada no CERN e da história que envolve a Igreja Católica e os Illuminati, mostra passagens secretas, o verdadeiro significado de símbolos. Tem muita ação, romance, suspense, e violência também.


Robert Langdon, professor de história da arte de Harvard, é contactado pelo diretor do CERN, Maximilian Kohler, para verificar um símbolo encontrado na cena de um assassinato. À partir daí ele se vê envolvido numa trama pra lá de misteriosa. O homem assassinado era físico e padre e, junto com sua filha adotiva Vittoria, havia descoberto a antimatéria.


Esse material é roubado do laboratório do CERN, onde só pai e filha tinham acesso (o jeito que o assassino consegue entrar é terrível e nojento ). Kohler recebe uma ligação avisando que o Vaticano estava sendo ameaçado por algum objeto criado no centro de pesquisa. Langdon e Vittoria vão para o Vaticano e descobrem que é a antimatéria, só que ninguém sabe onde está. E ainda há dois grandes problemas: a partícula explode se ficar mais de 24 horas sem recarga de bateria e era o dia do Conclave (a escolha do novo papa).


Só para piorar um pouco mais as coisas, os preferiti ( os quatro cardeais preferidos para ser o novo papa) são sequestrados e a Igreja recebe a notícia que de hora em hora um deles vai morrer em lugares com símbolos Illuminati e marcados com os quatro elementos da natureza. (Nossa a morte de um deles é extremamente terrível, sério, é apavorante imaginar). Langdon e Vittoria começam a seguir pistas tentando salvar os membros da Igreja, com o auxílio do camerlengo Carlos Ventresca, e achar o templo sagrado dos Illuminati. E passam por tanta coisa!!!


Achei o livro incrível e adorei toda a parte de simbologia e da história Illuminati. O final é muito legal, sabe você passa todo o livro tentando descobrir quem é o assassino, aí começa a imaginar que é um determinado personagem e no fim é outro que você não pensava que podia ser até quase o fim do livro. E o motivo então?!! É o tipo de história que te prende até o fim.


Autor: Dan Brown

Editora: Sextante