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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Hugo, o vampiro: As luzes na Idade das Trevas


Hugo o Vampiro - As Luzes na Idade das Trevas é o primeiro livro que narra a saga de Hugo Von Sclotstendder, um jovem príncipe que se vê destinado a viver nas trevas, dada sua nova condição de vida: a imortalidade de um vampiro. Em sua busca para controlar e conhecer sua privilegiada existência, Hugo se lança em uma surpreendente missão para encontrar cinco jóias místicas. O leitor é convidado a acompanhá-lo em suas aventuras, recheadas de combates armados, cercos a castelos, donzelas em perigo, jogos, feitiços e encantamentos na Europa na Idade das Trevas. Uma pitada de terror, humor, romance e drama, também marcam os primeiros passos do Príncipe-Vampiro Hugo.

O livro fala sobre Hugo, um jovem que durante muitos anos não soube que estava destinado a ser vampiro e a viver nas sombras. Seus pais, reis de um grande reino - Beznã-Ateriza, são vampiros e por isso Hugo, em algum momento, deveria despertar para isso.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Fanarts # 9


As fanarts de hoje não são específicas a nenhum livro, mas sim a todos os vampiros. Olhem só as caras!


Algum deles lembrou algum vampiro de um livro??

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Os sete

Uma caravela portuguesa de cinco séculos é resgatada de um naufrágio no litoral brasileiro. Dentro dela, uma misteriosa caixa de prata esconde um segredo: sete cadáveres aprisionados acusados de bruxaria. Apesar das advertências grafadas no objeto de prata, a equipe do Departamento de História da Universidade Soares de Porto Alegre decide violar a caixa para estudar os corpos. Afinal, que perigo poderiam oferecer aqueles sete cadáveres? Nenhum. Mas depois que o primeiro deles acorda...

Os sete, o primeiro livro de uma série escrita pelo brasileiro André Vianco, conta a história dos amigos Tiago e César que encontraram uma caravela afundada cheia de moedas antigas e objetos de valor histórico.

Os dois resolvem que poderiam ganhar dinheiro com aquilo. Quem não pensaria o mesmo não é? Recuperam alguns objetos para ter idéia do valor e fazem um vídeo da caravela para levar para a amiga Eliana que estuda história na Universidade Soares de Porto Alegre, e propõe o acordo que tudo que fosse encontrado lá teria a metade pertencente aos dois. Parecia perfeito...

O Departamento de História da Universidade Soares de Porto Alegre resgata a caravela e prepara um laboratório na pequena Amarração para estudarem os objetos tirados de lá, principalmente a estranha caixa de prata que era bastante pesada. Na frente haviam escrituras, entre elas sete nomes: Lobo, Tempestade, Inverno, Gentil, Espelho, Acordador e Sétimo. Dentro encontram sete corpos aparentemente acusados de bruxaria e que estavam em ótimo grau de conservação já que estavam na caixa há quase 500 anos.

Tudo parecia perfeitamente normal até que um pequeno acidente faz com que mudanças comecem a acontecer no corpo de um dos cadáveres e em poucas horas ele acorda, trazendo consigo um frio insuportável. E aí que os problemas começam...

O homem de sotaque português e de um jeito de falar bem antigo, foge do laboratório carregando apenas um dos corpos e prometendo que voltará para pegar Eliana, a responsável por ele estar novamente acordado. Esse ser, que ninguém sabia o que era e nem como voltara a vida, tem um estranho poder de congelar tudo e todos. A cidade litorânea de Amarração passou a conviver com noites de neve. Imagina só, nevando na praia no Brasil!!!

Várias mortes começam a acontecer e o tempo está insuportavelmente frio (ah, só um detalhe, era verão tá). O exercito brasileiro é convocado para lidar com a situação e várias suposições começam a ser feitas a respieto do que seria aquele ser que só Tiago imagina ser um vampiro (oh gentinha cega). O professor de Eliana chega a imaginar que sejam extraterrestres que estiveram na terra há quinhentos anos, mas não acredita que possam ser vampiros...

Na tentativa de capturar o homem - que se chamava Inverno, não preciso explicar o porquê - uma armadilha é montada: quatro corpos são transferidos para Porto Alegre e apenas um é deixado em Amarração. O que o exército e a equipe da universidade não imaginavam é que haviam deixado o que seria mais útil para o espécime (era como chamavam ele...). Esse corpo tinha outro poder ainda mais surpreendente: ele conseguia acordar os mortos, ou seja, criar zumbis (ei, mas são melhores que os dos filmes rsrs). Sendo, então, chamado de Acordador.

Inverno e Acordador criaram muito caos na cidade, trazendo neve e frio além de pessoas de volta dos túmulos. Tiago com medo da promessa que Inverno fizera a Eliana resolve fugir com ela da cidade.

Bom, para resumir a história porque o livro é bem grande, os dois vampiros vivos vão em busca dos quatro que estão em Porto Alegre onde o exército preparou armadilhas para eles, que é claro não os seguraram apesar que os detiveram por bastante tempo. Após acordar os irmãos (é assim que eles se tratavam), eles vão atrás de Eliana. Ah., só pra satisfazer a curiosidade vou dizer o que significa o nome deles: Tempestade é meio óbvio né, ele cria tempestades dãaa; Lobo se transforma em um imenso lobo durante a lua cheia; Espelho consegue se transformar em qualquer pessoa desde que ele olhe para ela por alguns segundos. Não vou falar o que faz Gentil porque essa é uma surpresa que só é revelada no final do livro.

Uma coisa que achei muito legal foi a curiosidade dos vampiros com a tecnologia, carros, luz elétrica. Eles foram trancados no século XVI, então nunca viram nada disso. É divertido eles tentando entender todas as mudanças, se assustando com o trem, com helicóptero e com o avião, além de se surpreender com a luz elétrica. Inverno até disputa com uma geladeira quem gela mais e mais rápido... Eles ficam atrás dos humanos fazendo um milhão de perguntas a respeito de tudo e se assustam com as roupas curtas das mulheres.

O autor também conta a história dos sete: como viveram em Portugal, como conseguiram os poderes e como foram trancados na caixa.

No todo eu gostei bastante o livro, só alguns trechos no meio que ficaram meio sem emoção, meio igual, não sei bem explicar. No entanto tiveram momentos de muita emoção e suspense, e sério achei o final muito bom... Pra quem gosta de histórias de vampiros e que sejam mais tradicionais, do tipo que morrem ao sol e não gostam de alho esse é um livro indicado. Mas tem também um pouco de criatividade que os deixam diferentes, ah e o tempero brasileiro.

"Nobres homens de bem, jamais ouseis profanar esse túmulo maldito. Aqui
estão sepultados demônios viciados no mal e aqui devem permanecer eternamente.
Que o Santo Deus e o Santo Papa vos protejam."

Autor: André Vianco
Editora: Novo Século


domingo, 25 de julho de 2010

Eclipse: A saga Crepúsculo (Filme)

Nesse tópico vou fazer comentários sobre os filmes que foram baseados em livros. E pra começar, o filme sensação do momento: Eclipse

Assisti o filme essa semana, mesmo depois de ter ouvidos diversos comentários ruins a respeito de Eclipse, e confesso que deveria ter dado ouvidos as pessoas.

Não gostei do filme, principalmente quando comparo ao segundo, Lua Nova. A qualidade da maquiagem não foi legal, ficava claro a maquiagem nos vampiros, isso havia sido mais discreto no outro filme. A qualidade de som também deixou muito a desejar. Eu assisti ao filme no cinema, onde o som é mais alto do que em casa, e não escutei nada daquele início de conversa entre Bella e Edward no começo no filme.

Agora o que mais me chateou é o que é comum, infelizmente, a diferença das cenas do livro pro filme. Adicionaram um monte de cenas que nunca apareceram no livro, se muito algumas apareceram no livro A Breve Segunda Vida de Bree Tanner( mas o filme era de Eclipse né...) e retiraram outras importantes, além de modificarem um monte delas.

Transformaram a Bella em vadia na cena do acampamento e o Edward em otário na da moto do Jacob em frente a escola. Quem leu o livro e viu o filme sabe que a história é bem diferente daquilo. O resumo que fizeram da lenda Quilleute na cena da fogueira, fez com que a história não fizesse sentido nenhum.

Tiraram falas engraçadas da Alice e do Jacob, que não acrescentariam em tempo de filme, mas ficariam muito legais. Eu sei que nesse filme ele está mais revoltado, mas mesmo assim ele não perde o sarcasmo, nem que seja para irritar o Edward. Também senti falta de um detalhe (pequeno talvez, mas acho importante): o tremor que o Jacob sempre sentia quando estava irritado, era o que preocupava o Edward - o descontrole do lobo - e isso não apareceu.

Está certo que o filme não foi perda total de tempo. A cena da perseguição da Victoria foi muito legal, bem feita e a cena da batalha também ficou show. Mas na minha opinião até essa última eles conseguiram estragar no final. PS: Spoiler.... Desde quando a Bella viu o Jacob sendo ferido?? Sério, não tinha necessidade isso. E a Bree estava tão controlada perto da Bella, não acham não?? No livro ela quase se contorce no chão por causa do cheiro de sangue e no filme ela estava tranquilamente perto dela.

Bem, eu não gostei do filme e me entristece isso, pois o terceiro livro é o melhor da série e não é muito longo, ou seja tinha tudo para ser um filme perfeito, mas fazer o que!!

E o que você acharam? Concordam comigo? Deixe aí sua opinião sobre isso.