sexta-feira, 4 de novembro de 2011

E se fosse verdade...

E se Fosse Verdade... é uma história repleta de romantismo e bom humor, ingredientes que cativaram Steven Spielberg, fazendo-o adquirir, por US$ 2 milhões, os direitos do livro para o cinema. Marc Levy verá seu romance de estréia candidatar-se a um grande sucesso de bilheteria.A história se passa em São Francisco, em julho de 1996. A jovem e bela Lauren, estudante de medicina, sofre um acidente de carro, entra em coma e vai parar no mesmo hospital onde trabalha. Apesar de seu estado, Lauren consegue, espiritualmente, voltar para o seu antigo apartamento. Lá, encontra Arthur, o arquiteto que é o novo morador do imóvel e a descobre no armário do banheiro ao ir tomar banho. Ele é a única pessoa que consegue vê-la, ouvi-la e senti-la.Inicialmente se recusando a acreditar na história de Lauren, Arthur só fica convencido de toda a verdade quando vai até o hospital e a encontra desacordada. A partir daí, ele vai fazer o impossível para ajudá-la a voltar ao seu estado natural.



Uma linda história de amor capaz de superar tudo, inclusive a própria morte...


Lauren é estudante de medicina, trabalha em um hospital onde passa a maior parte de seu dia, cuidando dos outros. Em um dos poucos momentos em que decide curtir um pouco a vida e viajar com a mãe, ela sofre um acidente, que por pouco não acaba com sua vida, mas que a deixa em coma profundo..



Arthur é um arquiteto que tem se destacado bastante. Tem sua própria empresa, que divide com o sócio e grande amigo e não tira um dia de folga, sabe-se lá desde quando.



O caminho dos dois se encontram quando Arthur vai morar no antigo apartamento de Lauren e de repente "dá de cara" com ela dentro do armário no banheiro. Estranho? Imagina, ainda nem começou! O maior problema é que ele não deveria vê-la, afinal ela é um fantasma, ou quase, pelo menos.



Lauren tem grandes dificuldades em convencê-lo sobre isso, e só quando consegue que ele vá visitá-la, ou seu corpo, no hospital é que Arthur começa a acreditar.



E aí vocês se perguntam, "será que isso pode ficar mais estranho?" Ih, ainda não viram nada... se não bastasse conseguir vê-la, ouvi-la, Arthur ainda pode senti-la e ela a ele. Mas é mais que isso, digamos que eles conseguem fazer outras coisitas mais rsrsr



É eu sei, eu também achei isso muito viajante. Eu aceito que as pessoas possam ver fantasmas - tudo bem que ela ainda não é um, mas isso é o de menos - mas, gente, fazer tuuuudoo, foi meio demais até pra minha imaginação fertil.



Ah, mas tem um detalhe que qualquer mulher vai morrer de inveja...ela troca de roupa só com o pensamento!!!! Tem noção da facilidade?!!! auha


Essa história é, sem dúvida, muito conhecida pela maioria por causa do filme de mesmo nome, mas as semelhanças quase param por aí. O livro e o filme tem muitas diferenças, mas que, pela primeira vez, não me fizeram odiar o segundo, não mesmo, continuo amando a adaptação para o cinema e posso dizer que em alguns momentos até a prefiro. Inclusive com relação ao final, muito mais dramático no filme.


Bom, é sempre difícil ser imparcial quando se tem algo em que comparar, mas tirando uns detalhes, que não dá pra não gostar mais do filme, esse livro é lindo demais. Tem uns momentos de tanta reflexão, com tanto sentimento que mecheu comigo.


" Identificar a felicidade quando ela está a seus pés, ter a coragem e a

determinação de se abaixar para pegá-la...e para mantê-la. Essa é a inteligência

do coração. Inteligência sem a inteligência do coração é apenas lógica e isso

não é grande coisa."




"Uma mãe que morre é uma biblioteca que pega fogo."




"Você quer entender o que é um ano de vida: pergunte a um estudante que

acabou de ser reprovado no exame de fim de ano. Um mês de vida: fale com

a mãe que acabou de dar à luz um filho prematuro e que está esperando que

ele saia da incubadora para segurar o bebê nos braços, são e salvo. Uma

semana: pergunte a um homem que trabalha numa fábrica ou numa mina

para alimentar a família (...)"





Autor: Marc Levy

Editora: Bertrand